Quem és tu?

Rodrigo G. Gomes

Tenho como objetivo melhorar a minha capacidade de lidar com pessoas e ser capaz de criar e manter melhores relações. É o propósito da minha existência escrever livros de poesia e ficção. Então, diria que eu sou um autor em busca de criar e manter melhores relações através de uma introspeção (d)escrita em livros.

Quero ajudar-te a alcançar esse mesmo objetivo através do natural reflexo humano que é a poesia e que são as histórias de ficção que nunca são verdadeiramente fictícias. E, preferencialmente, antes de envelhecermos demais...

Deixa-me perguntar-te duas coisas:

  1. Tem sido difícil conhecer pessoas novas?
  2. Reconheces o ciclo que consiste em conhecer alguém interessante, tudo parecer acontecer muito rápido e acabar de repente?

Vou tentar explicar-te porquê que isso acontece...

Foi algo que eu tive de aprender: pensa naquela tua relação que viste a autodestruir-se lentamente quando não parecia haver nada que o pudesse parar. Só o viste a acontecer como se fosses outra pessoa a ver de fora, e só não sabias o que fazer para ajudar. Tudo parecia apenas adicionar ao caos. Aquela relação que te fez sentir humanamente incapaz de ter uma relação saudável. Talvez até a relação que tens contigo…

O que acontece é que nós atraímos pessoas como nós, o nosso reflexo do outro sexo. É o que a psicologia diz: nós atraímos quem preenche vazios dentro de nós. E é por isso que construir melhores relações começa por nós, quando temos tendência de acreditar que começa pelo outro.

Nós sentimos atração por pessoas que são como nós, porque pessoas como nós agem como nós e isso é confortável. Sentimos que estamos em casa quando estamos com essa pessoa, sentimos uma conexão profunda. Eu finalmente entendi isso e vou-te contar essa história através de textos e livros: como é que descobri que o desequilíbrio dentro de mim atraía pessoas desequilibradas.

A verdade é que nada acontece sem um constante esforço da nossa parte.

  • Nutrir uma relação com quem mais amamos
  • Construir algo genuíno e saudável
  • Sair da escuridão em que nos permitimos colocar
  • Evoluir enquanto pessoas e humanos autenticamente
  • Desenvolver a capacidade de olhar para dentro
  • Encontrar um equilíbrio entre solidão e estar só

Todas as vezes que tentei e falhei, todas as vezes que experimentei ser quem eu não era, todas as vezes que acreditei que conseguiria só para falhar novamente…

Tudo o que me ensinou que pode ser difícil, mas a parte interessante de existir está precisamente onde primeiro há um processo e depois há uma conquista. O entusiasmo de aceitar um processo antes da conquista é o que separa o importante do que é insignificante.

Toda a gente já tentou e falhou, toda a gente já experimentou ser quem não era só para falhar novamente. Toda a gente já acreditou que conseguiria só para perder a esperança. Podes escolher estar só, mas escolher a solidão, seja por medo de rejeição ou desaprovação, é uma autossabotagem. É uma solução a curto prazo para um problema que pode durar toda uma vida.

A pior parte é quando damos por nós genuinamente a acreditar que somos humanamente incapazes de criar e manter relações saudáveis. Damos por nós a acreditar que mais vale aceitar a solidão e evitar mais dor. É apenas natural e parece fazer sentido. Mas a dor é apenas sinal de que nos importamos. Entendo porque já passei por isso (e não estou muito longe).

Para mim, o segredo foi a escrita que serviu de espelho. E estou agora entusiasmado para te contar o que vi.

O primeiro passo é perder…

  • O medo de falhar
  • O medo da dor
  • O medo de olhar para dentro
  • O medo de ver o que lá existe

Há algo de tão libertador quando deixamos de resistir. Porque nós somos apenas crianças que cresceram, e a resistência é um escudo que nos protege do que aconteceu há vários anos. Não é culpa nossa, mas não deixa de ser responsabilidade nossa.

Quando falhamos, aprendemos e tentamos novamente em vez de erguer paredes que nos isolam. A dor é apenas sinal de que é importante… É o principal ingrediente de uma cura. A cura necessária para que não magoemos quem mais amamos.

O meu caminho até entender isso começou com a “mulher da minha vida”, essa que é uma de várias histórias que vou partilhando contigo através de livros e textos ao longo do nosso caminho.

Deixa-me partilhar contigo um pouco mais sobre o projeto...

Vais gostar.

Clica aqui para seguires para a próxima parte: Quem sou eu?